

Gabrielle Reichelt
Psicóloga clínica
CRP 07/29717
Psicoterapia para quem se percebe emocionalmente sobrecarregada, sensível ou frequentemente ajustada às necessidades dos outros.
Esse padrão de adaptação constante costuma parecer força, mas muitas vezes é apenas uma forma aprendida de sobreviver nas relações.
Aqui, o processo terapêutico investiga como você sente, como se organiza emocionalmente e como se relaciona consigo mesma dentro desses padrões, para então começar a enxergar com mais clareza o que se repete e o que pode mudar.
Atuação clínica fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental e em práticas baseadas em evidências científicas


Como é, de fato, passar por um processo terapêutico comigo?
A psicoterapia que eu conduzo é sustentada por abordagens e protocolos que já foram estudados e validados cientificamente, o que oferece um respaldo técnico consistente no cuidado com diferentes formas de sofrimento emocional — especialmente quando isso começa a afetar a forma como você se sente, se relaciona e tenta dar conta da própria vida.
Mas o processo não começa aí. Ele começa na forma como você chega: muitas vezes cansada de entender racionalmente o que acontece, mas sem conseguir mudar aquilo que se repete.
A partir disso, o trabalho vai sendo construído de forma individual, acompanhando como você sente, reage, se protege e se organiza emocionalmente ao longo da sua história.
A ciência sustenta o caminho
A mudança acontece na forma como você deixa de se sentir sozinha dentro dele

Abordagem
Uma prática baseada em ciência, sustentada por contexto e voltada para transformação real.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é a base do meu trabalho, mas ela não aparece aqui como um conjunto de técnicas isoladas. Ela funciona como uma forma de compreender como pensamentos, emoções e comportamentos se organizam em padrões que se repetem ao longo da vida, muitas vezes de forma automática e pouco percebida.
Mais do que o que você sente: como você aprendeu a interpretar
Na prática, o foco não está apenas no que você pensa ou sente, mas em como você aprendeu a interpretar o mundo e a si mesma a partir das suas experiências e relações. Muitas das dificuldades que surgem na vida adulta são formas antigas de adaptação que continuam operando mesmo quando já não fazem mais sentido. O processo terapêutico envolve observar esses padrões em funcionamento dentro da sua vida real, especialmente nas relações, nas suas formas de lidar com cobrança, afeto, silêncio, responsabilidade e expectativa.
Nada acontece fora do contexto
Trabalho com ênfase no contexto social e relacional, considerando família, vínculos, trabalho, cultura e rotina como partes centrais da forma como você se organiza emocionalmente. Esses elementos não são detalhes periféricos. Eles são parte da estrutura que molda a forma como você pensa, sente e reage.
Consciência para escolher diferente
A partir disso, o objetivo da terapia não é te ajustar a um modelo ideal de funcionamento, mas ampliar consciência sobre o que se repete e construir mais liberdade na forma como você responde à própria vida.

Tem gente que não acha que precisa de terapia,
até perceber que está só funcionando.
Prazer, eu sou a Gabrielle
Sou psicóloga clínica desde 2018, mestre em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS, com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental e especializações em saúde mental e psicologia clínica.
Na minha prática, eu trabalho com um tipo de sofrimento que não chega de uma vez. Ele vai se espalhando aos poucos: a vida segue, mas a experiência interna perde nitidez. E isso aparece também nas relações.
Não é só cansaço. É insegurança afetiva, medo de não ser suficiente, dificuldade de se sentir amada de forma estável ou de confiar que o amor não vai exigir que você se apague. Gente que se doa demais, que se protege demais, ou que vive entre intensidades emocionais que cansam por dentro — sem entender por que amar parece tão difícil de sustentar.
Na terapia, partimos de uma ideia simples: não é só o que acontece com você que importa, mas o que você faz do que acontece — especialmente dentro das relações. Trabalhamos com ansiedade, autoestima, relacionamentos, regulação emocional, medo de rejeição, dependência emocional, limites e padrões repetitivos de sofrimento afetivo.
Minha abordagem é baseada na TCC e em terapias contextuais: um trabalho estruturado e profundo, que não reduz ninguém a um rótulo. Não é sobre virar outra pessoa. É sobre recuperar espaço interno para escolher, em vez de apenas reagir — inclusive nos vínculos.
Atendo online e também produzo conteúdos sobre saúde mental, traduzindo a psicologia para a vida real.
Psicologia
entre prática, ciência e formação
Integro o Núcleo de Estudos em Políticas e Tecnologias Contemporâneas de Subjetivação (E-politcs/UFRGS), atuando como pesquisadora, professora conteudista e revisora técnica na área de Psicologia.
Atuo na produção e supervisão de materiais acadêmicos para graduação e pós-graduação na modalidade EaD por meio da Plataforma A+ Educação, contribuindo para a construção de conteúdos em psicologia e saúde.
Também sou embaixadora do Grupo A Educação e da Artmed, selos editoriais de referência na produção de conhecimento científico e materiais de formação em saúde e psicologia no Brasil.
Essa atuação me mantém em contato constante com a produção científica mais atual da área e com diferentes formas de pensar a formação em psicologia — algo que sustenta e atravessa minha prática clínica.
Atendimentos
Cuidado psicológico para padrões emocionais, relacionais e de sofrimento repetitivo

Nem sempre a terapia
começa com um colapso
Às vezes começa com a sensação de que a vida segue… mas você já não está nela com a mesma presença. Você funciona. Resolve. Sustenta. Mas por dentro existe um esforço constante que ninguém vê.

Em outros casos, o sofrimento aparece primeiro nos vínculos
Relações que geram dúvida em vez de segurança. Você se doa, se ajusta, tenta manter. Ou se protege, evita, se fecha. E ainda assim, o amor parece instável, como se nunca fosse totalmente seguro permanecer.

Também existe um tipo de sofrimento mais silencioso
Uma forma constante de se cobrar, se comparar ou se tratar internamente com dureza. Não é algo que paralisa. É algo que vai corroendo a forma como você se percebe.

Psicoterapia
O foco não é apenas compreender o que você sente. É identificar os padrões que se repetem — na forma como você pensa, reage e se relaciona com o que vive. E o impacto disso na sua vida emocional e nos seus vínculos.
O que trabalhamos
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Ansiedade
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Autoestima e autocrítica intensa
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Relacionamentos e insegurança afetiva
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Dependência emocional
Se você se reconhece em alguma dessas formas de viver o sofrimento, esse pode ser um espaço para começar a reorganizar isso com mais clareza.
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Dificuldade de limites
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Medo de rejeição e abandono
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Regulação emocional
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Burnout e sobrecarga psicológica
Depoimentos
Experiências reais de pacientes em processo terapêutico
Contato
R. Comendador Caminha, 312 - Sala 201 - Moinhos de Vento, Porto Alegre - RS, 90430-030
+55 (51) 9920-54750











